Trecho extraído de "O Capital", de Karl Marx:
"Nas últimas semanas de junho de 1863, todos os jornais de Londres trouxeram um páragrafo com o título sensacional: Death from simple Overwork (morte por simples sobretrabalho). Trata-se da morte da modista Mary Anne Walkey, de 20 anos, que trabalhava numa manufatura de modas muito respeitável, fornecedora da Corte, explorada por uma dama com o agradável nome de Elise. A velha história, tantas vezes contada, foi de novo agora descoberta, de que essas moças trabalham em média 6 1/2 horas, porém, durante a temporada freqüentemente 30 horas sem interrupção, sendo reanimadas por meio de oferta de Sherry, vinho do Porto ou café, quando sua "força de trabalho" fraqueja. Estava-se então no ponto alto da temporada. Era necessário concluir, num abrir e fechar de olhos como num passe de mágica, os vestidos de luxo das nobres ladies para o baile em homenagem à récem-importada princesa do País de Gales. Mary Anne Walkey tinha trabalhado 26 1/2 horas ininterruptas, juntamente com 60 outras moças, cada 30 num quarto, cuja capacidade cúbica mal chegava para conter 1/3 do ar necessário, enquanto à noite partilhavam, duas a duas, uma cama num dos buracos sufocantes em que se subdivide um quarto de dormir, por meio de paredes de tábuas. E essa era uma das melhores casas de moda de Londres. Mary Anne Walkey adoeceu na sexta-feira e morreu no domingo, sem haver, para a surpresa de Dona Elise, terminado antes a última peça. O médico, Sr. Keys, chamado muito tarde ao leito de morte, testemunhou perante o Coroner's Jury em secas palavras:
'Mary Anne Walkey morreu, por excesso de horas de trabalho numa oficina superlotada e por dormir num cubículo superestreito e mal ventilado.'
Para dar ao médico uma lição de boas maneiras, declarou o Coroner's Jury:
'A vítima morrera de apoplexia, havendo porém razão para temer que sua morte tenha sido apressada por sobretrabalho numa oficina superlotada etc.' "
Ass.: Sylvester Stallone
segunda-feira, 2 de julho de 2007
quinta-feira, 14 de junho de 2007
Tem alguém aí?
Onde estão vosso maravilhosos escritos, caros amigos?
Onde estão vós, caros amigos?
Será que uma crise criativa ou reflexiva se abateu sobre nós?
Será devido a escassez de atividade universitária que o ânimo de nossas entranhas foi-se esvaindo?
No que pensar? Como pensar? Pensar? E ainda escrever?
A tarefa, realmente, não é simples... Mas não vamos nos deixar intimidar pelo refinamento, criatividade, ou relevância do que escrever... apenas deixemos nossos dedos correrem o teclado sem medo de falhar! Em discursos livres!
Quero saber o que passa em vossas cabeças!!!!!
Não deixemos esse espaço morrer tão prematuramente, como as crianças desnutridas da Africa (infelizmente) ... Sentiram o drama?!
Ass.: Silvester Stallone
Onde estão vós, caros amigos?
Será que uma crise criativa ou reflexiva se abateu sobre nós?
Será devido a escassez de atividade universitária que o ânimo de nossas entranhas foi-se esvaindo?
No que pensar? Como pensar? Pensar? E ainda escrever?
A tarefa, realmente, não é simples... Mas não vamos nos deixar intimidar pelo refinamento, criatividade, ou relevância do que escrever... apenas deixemos nossos dedos correrem o teclado sem medo de falhar! Em discursos livres!
Quero saber o que passa em vossas cabeças!!!!!
Não deixemos esse espaço morrer tão prematuramente, como as crianças desnutridas da Africa (infelizmente) ... Sentiram o drama?!
Ass.: Silvester Stallone
sábado, 2 de junho de 2007
Dia de ir ao supermercado

Saindo um pouco do assunto de greve, gostaria de compartilhar um fato ocorrido hoje comigo no supermercado. Bem, estava quente para um dia frio, então fomos eu e minha mãe fazer as compras do mês. Tudo seguiu normalmente: conferir preços (aliás, o leite UHT tá caro!), ver se faltava algo na lista de compras, o que podia levar a mais, qual a melhor marca etc. Carrinho cheio e compras feitas fomos para o caixa para passar as compras. Eis que começo a observar a atendente e ela me parecia nervosa, passava as compras rápido demais com as mãos meio trêmulas. Até que ela, sem querer, acabou fechando a nota fiscal antes de terminar de passar tudo e cobrar a taxa de entrega. A moça ficou mais tensa ainda, começou a pedir mil desculpas, que ela dava um jeito, que era o primeiro dia de trabalho dela, mas que "até que ela tinha passado as compras rapidamente, não era?", ... minha mãe disse para ela não se preocupar, que estava tudo bem, e fez uma brincadeira para descontrair. Até o moço que estava pegando as nossas compras para entregar disse para ela que ela estava muito tensa e devia relaxar. Aí eu comecei a pensar em como ela devia estar se sentindo com a pressão de seu primeiro dia de trabalho, o como ela queria mostrar-se eficiente, "rápida", como ela mesma disse. E que muitas pessoas, ou todas, sentem-se assim o tempo todo, precisando mostrar que é útil, eficaz, que não falha, que agüenta a pressão... Essa pressão que nós mesmos agüentamos e executamos em outras pessoas. Com certeza, poderia ocorrer de uma pessoa qualquer não tolerar o pequeno deslize, quase insignificante, da moça do caixa, e sabemos que isso ocorre. Mas por que tem que ser assim?
Quem nunca se sentiu como a moça do caixa, não é?!
Espero não ter decepcionado (muito) vocês... Era só isso mesmo que eu tinha para contar!
Ass.: Silvester Stallone
Quem nunca se sentiu como a moça do caixa, não é?!
Espero não ter decepcionado (muito) vocês... Era só isso mesmo que eu tinha para contar!
Ass.: Silvester Stallone
sexta-feira, 25 de maio de 2007

Lendo o blog da ocupação, resolvi fazer um resumo sobre o que está rolando com os decretos do Serra (que aliás, estão na íntegra em um dos comentários da postagem anterior). Vamos lá:
Em seu primeiro dia de mandato, Serra desmembrou a Educação em diferentes pastas: Secretaria de Ensino Superior, à qual ficaram vinculadas as universidades públicas (USP, Unesp e Unicamp), Secretária de Educação, que cuida da educação básica e Secretária do desenvolvimento, que cuida do Centro Paula Souza (CEETEPS), que engloba os ensino técnico estadual e as Fatecs (que também oferecem ensino superior!). Ou seja: acabou com a interação dos diversos níveis da educação, que é tão necessária. Serra também reformulou o Cruesp (Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas), incluindo o Secretário de Ensino Superior, Sr. José Aristodemo Pinnoti, que teria mais facilidade em aprovar as medidas que o Serra bem entendesse. Posteriormente, Serra recuou dessa medida, devolvendo a presidência aos reitores, mas manteve a inclusão do Secretário, como membro, ficando o conselho com 3 reitores e 3 representantes do governo. No dia seguinte, Serra suspende por tempo indeterminado a contratação de funcionários públicos, sendo que todas as universidaddes públicas sentem carência de professores, e tal suspenção estimula a terceirização. Além disso, adotou medidas como: retenção de 15% das verbas destinadas as Universidades e recusa em repassar as Universidades sobras do orçamento de 2006 que ainda não tinham sido recebidas, e, além de tudo isso, as universidades passariam a depender da autorização do governador para utilizar suas verbas. Pode-se creditar a Serra, ainda, o veto de seu antecessor, Cláudio Lembo, ao aumento dos recursos destinados a Educação Pública no estado de São Paulo. Perguntado sobre o veto, o ex-governador afirmou que, ao vetar, agiu a pedidos de Serra.
E depois disso tudo, ainda há projeções de medidas que tornam inconstitucional as "manifestações que atrapalhem as aulas dentro das universidades". É foda, né?!
o q vcs pensam sobre isso???
ASS: NORRIS, CHUCK NORRIS
quarta-feira, 23 de maio de 2007
Veja? Olha essa direita!!!

Gente... vejam esse link
é muito ridículo. Um cara posicionado completamente de direita, falando merda. Primeiro, porque não utiliza sua ética jornalística que é tanto pedida quando convém. Segundo porque fala o que não sabe. Para a informação de todos, tudo o que ele fala que a reitoria aceitou é mentira, pois nada ainda está acertado. E terceiro: Apóia algo de que não sabe, só está lendo as notícias que convém. E para quem não sabe, ele só aceita os comentários em seu blog que defendem as suas idéias. Meu amigo postou no blog dele e não foi aceito... Só um cara que escreve na Veja mesmo.
Ass: Norris, chuck Norris
terça-feira, 22 de maio de 2007
Saudades de um tempo que eu não vivi

Que saudades daquela época que eu não vivi, quando ouvíamos The animals e sentíamos orgulho daquela influência do som americano, meio blues, sabe??? Eu também lembro que depois de uns anos, infelizmente eu não vivi a época dos grandes sonhos de paz, quando lembrando “A Marselhesa ”, os Beatles diziam que o que eu precisava era de amor. Como conseqüência, anos depois, lembro de não Ter vivido o movimento hippie, que pregava o amor livre, que talvez seja o que está faltando na sociedade de hoje para diminuir a violência e acabar com as guerras contemporâneas. Mas não digo que está faltando só o amor livre como sexo, mas o amor livre no seu sentido mais puro da palavra: Liberdade para amar a todos, e não só aqueles que não causam perigo para o aumento de seus lucros. Naquela época, lembro que não vivi o sonho do socialismo, onde as pessoas, por pura fraternidade, acabariam com as classes, pois o Estado daria tudo o que, por justiça, o cidadão precisasse. Esse sonho foi antes que os países capitalistas colocassem na cabeça do cidadão de bem que socialismo é stalinismo (aliás, que idéia sem cabimento.... só pessoas preocupadas como vão conseguir mais riquezas e, por isso, sem tempo para pensar, poderiam acreditar numa idiotice como essa!!!). Era tão bom pensar que o mundo seria mais justo só pela qualidade natural do homem em ser bom, e que os poucos injustos que estavam atrapalhando o formação de um mundo igual teriam seu trabalho atrapalhado pela bondade humana.
Também tenho saudade de não ter vivido a época de quando a música era usada como objeto de cultura, de transmissão de idéias, para a diversão, enfim... e não somente para o lucro daqueles que a produzem (ATENÇÃO: Daqueles que a produzem, e não daqueles que a fazem. Sabemos que só ouvimos o que os grandes conglomerados produtores de música autorizam tocar nas rádios), e eu não era obrigado q ouvir coisas como éguinha pocotó, entre tantas outras. Se a humanidade fosse realmente do jeito que sonhávamos, as pessoas lutariam contra essa massificação musical da forma mais pacifica possível: O que elas não gostassem, elas não ouviriam, e o que elas gostassem, elas fariam o máximo esforço para manter vivo, indo a shows, mesmo que não muito divulgados, indicando para as pessoas. Mas é muito mais fácil não pensar no que se gosta, e ouvir qualquer coisa que digam que é bom. Ter espírito crítico nunca foi uma coisa fácil, mas na época que nunca vivi, eu ainda tinha esperança de que isso fosse possível.
Também tenho da saudade daquela época que, infelizmente, eu não vivi, quando todas as maneiras possíveis eram utilizadas para acabar com as guerras injustas (Leia-se: todas. Afinal, nunca existiu uma guerra justa, mas só em interesses de alguns, que por coincidência ou não, eram a elite dominante de pelo menos um dos países envolvidos... Sempre foi assim). Existiam músicas engajadas, que influenciavam as pessoas a fazer algo. Hoje em dia estão acontecendo horrores em vários lugares, principalmente no Oriente Médio, e nenhuma música sobre isso estourou nas rádios do mundo inteiro (Salvo a exceção daquelas músicas feitas no começo da invasão americana ao Iraque, mas como saiu de moda o tema, Madonna , Green Day e cia também perderam o interesse na rentabilidade da guerra). O engraçado é, aqui no Brasil, que com certeza será o alvo dos países neo-imperialistas devido a nossa flora necessária como Segunda via para o petróleo, e nossa reserva de água que está cada vez mais escassa, não estar acontecendo nada em nossa cena musical que alerte os ouvintes a uma precaução com o futuro. Ao invés disso, nosso presidente “que depois de velho não quer ser mais de esquerda” (outro parênteses: Isso mostra como ele nunca foi de esquerda, mas apenas alguém da classe média que queria entrar para o clube dos ricos a força, e a maneira que pensou para conseguir seus objetivos foi através da política – aliás, essa é uma maneira corriqueira de se entrar para o clube dos 13 da política) recebe o cara que mais comete injustiças com o mundo inteiro como se ele fosse um deus. Nessas horas eu tenho a mais pura inveja de nossos hermanos latino americanos, que estão colocando aqueles que realmente defendem a soberania de seus respectivos países. Mas as próximas eleições chegarão e as minhas esperanças renascerão.
Sei lá... Eu ainda tenho esperança da ação revolucionária da música, mas não só nisso: Tenho esperanças de que a música seja usada para coisas além de construir um operário Beta (era óbvio fazer projeções como Orwell)... O mundo está esperando VOCÊ FAZER ALGO!!!
Também tenho saudade de não ter vivido a época de quando a música era usada como objeto de cultura, de transmissão de idéias, para a diversão, enfim... e não somente para o lucro daqueles que a produzem (ATENÇÃO: Daqueles que a produzem, e não daqueles que a fazem. Sabemos que só ouvimos o que os grandes conglomerados produtores de música autorizam tocar nas rádios), e eu não era obrigado q ouvir coisas como éguinha pocotó, entre tantas outras. Se a humanidade fosse realmente do jeito que sonhávamos, as pessoas lutariam contra essa massificação musical da forma mais pacifica possível: O que elas não gostassem, elas não ouviriam, e o que elas gostassem, elas fariam o máximo esforço para manter vivo, indo a shows, mesmo que não muito divulgados, indicando para as pessoas. Mas é muito mais fácil não pensar no que se gosta, e ouvir qualquer coisa que digam que é bom. Ter espírito crítico nunca foi uma coisa fácil, mas na época que nunca vivi, eu ainda tinha esperança de que isso fosse possível.
Também tenho da saudade daquela época que, infelizmente, eu não vivi, quando todas as maneiras possíveis eram utilizadas para acabar com as guerras injustas (Leia-se: todas. Afinal, nunca existiu uma guerra justa, mas só em interesses de alguns, que por coincidência ou não, eram a elite dominante de pelo menos um dos países envolvidos... Sempre foi assim). Existiam músicas engajadas, que influenciavam as pessoas a fazer algo. Hoje em dia estão acontecendo horrores em vários lugares, principalmente no Oriente Médio, e nenhuma música sobre isso estourou nas rádios do mundo inteiro (Salvo a exceção daquelas músicas feitas no começo da invasão americana ao Iraque, mas como saiu de moda o tema, Madonna , Green Day e cia também perderam o interesse na rentabilidade da guerra). O engraçado é, aqui no Brasil, que com certeza será o alvo dos países neo-imperialistas devido a nossa flora necessária como Segunda via para o petróleo, e nossa reserva de água que está cada vez mais escassa, não estar acontecendo nada em nossa cena musical que alerte os ouvintes a uma precaução com o futuro. Ao invés disso, nosso presidente “que depois de velho não quer ser mais de esquerda” (outro parênteses: Isso mostra como ele nunca foi de esquerda, mas apenas alguém da classe média que queria entrar para o clube dos ricos a força, e a maneira que pensou para conseguir seus objetivos foi através da política – aliás, essa é uma maneira corriqueira de se entrar para o clube dos 13 da política) recebe o cara que mais comete injustiças com o mundo inteiro como se ele fosse um deus. Nessas horas eu tenho a mais pura inveja de nossos hermanos latino americanos, que estão colocando aqueles que realmente defendem a soberania de seus respectivos países. Mas as próximas eleições chegarão e as minhas esperanças renascerão.
Sei lá... Eu ainda tenho esperança da ação revolucionária da música, mas não só nisso: Tenho esperanças de que a música seja usada para coisas além de construir um operário Beta (era óbvio fazer projeções como Orwell)... O mundo está esperando VOCÊ FAZER ALGO!!!
Ass: Norris, Chuck Norris
sábado, 19 de maio de 2007
Greve? Ocupação?
Olá!
Olha, aproveitando os comentários do Arnold sobre o Chuck poderia dizer que só ele mesmo para dar jeito nos problemas que a USP está enfrentando: Ocuapção da reitoria e Greve. Estava pensando cá com meus botões qual seria a melhor solução para dar jeito de satisfazer as exigências de melhoria das universidades públicas e como resolver os problemas gerados pelos decretos do governador José Serra. Enfim, pensei em várias coisas como: ocupar o Palácio do Bandeirantes, seqüestrar o Papa Bento XVI em troca da satisfação de algumas exigências, mas... Enfim, nada me parecia sensato, muito menos os métodos atuais como a própria ocupação e a greve. E acabei caindo neste círculo interminável de prós e contras, do que era ou não viável, do que era o certo a se fazer... Não cheguei a nenhuma conclusão e nem sei qual é bem a minha posição dentro disso tudo. E aí imaginei o como é difícil você querer se posicionar sobre alguma questão com total certeza de que a causa é boa e os meios eficazes, ou pelo menos de que o debate será frutífero e atingirá positivamente as pessoas, e, ainda, que tomar uma posição de neutralidade pode ser considerado alienação. Mas será que se posionar as custas da pressão de ser chamado de alienado resolve o problema, ou você só aumenta a massa morta que está no meio do agito porque isso deixa seu currículo "revolucionário" mais interessante? Posso estar errado, mas quando você quer forçar as pessoas por meio do constrangimento a tomar parte de algo (como ocorreu, quando vi alguns alunos com megafones e tal querendo impedir aos alunos de assistirem aula e que participassem com eles da ação de greve e ocupação) você acaba por deteriorar a imagem de um movimento que em sua essência poderia ter boas razões de ser. É difícil simpatizar nessas condições! Mas ao mesmo tempo se tudo tivesse que ocorrer de forma perfeitamente ordenada, talvez não houvesse repercussão alguma das reivindicações e tal... Viu como as coisas se invertem e quando nos damos conta estamos indo de um extremo à outro? Talvez, como naquele filme que fiz "Stallone Cobra" pudesse resolver tudo na base de uns assassinatos, mas os tempos são outros e sou um homem mudado e menos violento! Minhas posições não são tão bem determinadas como antigamente.
Sem mais comentários sobre isso tudo!
Mas talvez se o Chuck Norris fosse lá... quem sabe?
Observação: Só falta você Van Dame!!!!
Ass.: Silvester Stallone
Olha, aproveitando os comentários do Arnold sobre o Chuck poderia dizer que só ele mesmo para dar jeito nos problemas que a USP está enfrentando: Ocuapção da reitoria e Greve. Estava pensando cá com meus botões qual seria a melhor solução para dar jeito de satisfazer as exigências de melhoria das universidades públicas e como resolver os problemas gerados pelos decretos do governador José Serra. Enfim, pensei em várias coisas como: ocupar o Palácio do Bandeirantes, seqüestrar o Papa Bento XVI em troca da satisfação de algumas exigências, mas... Enfim, nada me parecia sensato, muito menos os métodos atuais como a própria ocupação e a greve. E acabei caindo neste círculo interminável de prós e contras, do que era ou não viável, do que era o certo a se fazer... Não cheguei a nenhuma conclusão e nem sei qual é bem a minha posição dentro disso tudo. E aí imaginei o como é difícil você querer se posicionar sobre alguma questão com total certeza de que a causa é boa e os meios eficazes, ou pelo menos de que o debate será frutífero e atingirá positivamente as pessoas, e, ainda, que tomar uma posição de neutralidade pode ser considerado alienação. Mas será que se posionar as custas da pressão de ser chamado de alienado resolve o problema, ou você só aumenta a massa morta que está no meio do agito porque isso deixa seu currículo "revolucionário" mais interessante? Posso estar errado, mas quando você quer forçar as pessoas por meio do constrangimento a tomar parte de algo (como ocorreu, quando vi alguns alunos com megafones e tal querendo impedir aos alunos de assistirem aula e que participassem com eles da ação de greve e ocupação) você acaba por deteriorar a imagem de um movimento que em sua essência poderia ter boas razões de ser. É difícil simpatizar nessas condições! Mas ao mesmo tempo se tudo tivesse que ocorrer de forma perfeitamente ordenada, talvez não houvesse repercussão alguma das reivindicações e tal... Viu como as coisas se invertem e quando nos damos conta estamos indo de um extremo à outro? Talvez, como naquele filme que fiz "Stallone Cobra" pudesse resolver tudo na base de uns assassinatos, mas os tempos são outros e sou um homem mudado e menos violento! Minhas posições não são tão bem determinadas como antigamente.
Sem mais comentários sobre isso tudo!
Mas talvez se o Chuck Norris fosse lá... quem sabe?
Observação: Só falta você Van Dame!!!!
Ass.: Silvester Stallone
quinta-feira, 17 de maio de 2007
CHEGUEI!!!
Olá pessoas,
finalmente chegou o momento de minha estréia! Com certeza um momento aguardado por todos, afinal, eu fui o exterminados do futuro e agora sou governador da Califórnia... mas, ao pesquisar sobre minha vida no google, notei que ela não é interessante, interessante mesmo é a vida de meu amigo Chuck Norris (Chuck somente para os mais íntimos). Não pude deixar de me interessar pela veracidade dos fatos, por isso resolvi colocar alguns aqui, para que vocês comprovem, como eu, que Chuck Norris é FODA!
-Armas não matam. O que mata é Chuck Norris
-As lágrimas de Chuck Norris curam o câncer. Infelizmente ele nunca chora. Nunca.
-Chuck Norris já contou até o infinito. Duas vezes.
-O principal produto de exportação de Chuck Norris é dor.
-Chuck Norris é o motivo pelo qual Wally está escondido.
-A maioria das pessoas tem 23 pares de cromossomos. Chuck Norris tem 72. Todos venenosos.
-Não houve uma bomba em Nagazaki. Chuck Norris pulou de um avião e deu um soco no chão.
-Uma vez, Chuck Norris ingeriu um vidro inteiro de pílulas para dormir. Elas fizeram ele piscar.
-Chuck Norris inventou o preto. Aliás, ele inventou todo o espectro de cores. A não ser o rosa. Tom Cruise inventou o rosa.
-Não existe queixo por trás da barba de Chuck Norris. Existe outro punho.
-Certa vez Chuck Norris chutou o pescoço de um cavalo. Todos os descendentes desses animais são conhecidos atualmente por girafas.
-Chuck Norris leva 20 minutos para assistir ao programa “60 minutos”.
-Chuck Norris não usa relógio. Ele decide que horas são.
Pois é, depois de todos esses argumentos preciso reconhecer que o cara é bom... embora eu seja mais musculoso, tenha ficado grávido em um filme, e tenha sido fisioculturista.
Arnold Schwarzenegger
finalmente chegou o momento de minha estréia! Com certeza um momento aguardado por todos, afinal, eu fui o exterminados do futuro e agora sou governador da Califórnia... mas, ao pesquisar sobre minha vida no google, notei que ela não é interessante, interessante mesmo é a vida de meu amigo Chuck Norris (Chuck somente para os mais íntimos). Não pude deixar de me interessar pela veracidade dos fatos, por isso resolvi colocar alguns aqui, para que vocês comprovem, como eu, que Chuck Norris é FODA!
-Armas não matam. O que mata é Chuck Norris
-As lágrimas de Chuck Norris curam o câncer. Infelizmente ele nunca chora. Nunca.
-Chuck Norris já contou até o infinito. Duas vezes.
-O principal produto de exportação de Chuck Norris é dor.
-Chuck Norris é o motivo pelo qual Wally está escondido.
-A maioria das pessoas tem 23 pares de cromossomos. Chuck Norris tem 72. Todos venenosos.
-Não houve uma bomba em Nagazaki. Chuck Norris pulou de um avião e deu um soco no chão.
-Uma vez, Chuck Norris ingeriu um vidro inteiro de pílulas para dormir. Elas fizeram ele piscar.
-Chuck Norris inventou o preto. Aliás, ele inventou todo o espectro de cores. A não ser o rosa. Tom Cruise inventou o rosa.
-Não existe queixo por trás da barba de Chuck Norris. Existe outro punho.
-Certa vez Chuck Norris chutou o pescoço de um cavalo. Todos os descendentes desses animais são conhecidos atualmente por girafas.
-Chuck Norris leva 20 minutos para assistir ao programa “60 minutos”.
-Chuck Norris não usa relógio. Ele decide que horas são.
Pois é, depois de todos esses argumentos preciso reconhecer que o cara é bom... embora eu seja mais musculoso, tenha ficado grávido em um filme, e tenha sido fisioculturista.
Arnold Schwarzenegger
terça-feira, 15 de maio de 2007
Sobre a foto do Steven Seagal
A foto do Steven Seagal é maior pq ele é o melhor!!
E tb pq eu não sabia diminuir qd a coloquei.... eheheh
Ass: Steven Seagal
E tb pq eu não sabia diminuir qd a coloquei.... eheheh
Ass: Steven Seagal
quinta-feira, 10 de maio de 2007
Nervos à flor da pele [ai, isso é tão clichè!!]
Sim, o titulo é clichè, mas é necessario.....
Ultimamente um sentimento geral se abateu sobre todos nós. Assustador!! Ele é mto mal mesmo...... e mto forte e poderoso...... é essa sensação de não saber o que será daqui pra frente, se as decisões tomadas foram a corretas (devo assumir que isso pega mto pra mim, pois não sou nenhum pouco bom[!! - estranho usar masculino, huhuhuhu] em decidir coisas), se ainda dá pra mudar tudo, se da pra reverter o tempo, se algum dia vamos voltar a descansar, a dormir em paz sem preocupações extras que nos rodeiam e nos cobram ser o melhor sempre!! E se eu não quiser ser o melhor em tudo? E se eu só quiser sem mais um na multidão que não tem preocupações existenciais? e se eu quiser ser um alienado, capitalista, sem a menor noção de realidade, só pra ver se assim, ao menos, essa tal realidade, brutal e esmagadora, para de atormentar meus pensamentos? Não dá.... não consigo..... e desdes " e se" muitos vão contra o que acredito e sempre acretitei................ mas pq acredito nisso td msm??
É...... já não é de agora que essa angustia se instalou em mim..... e em nós.... mas porque ela insiste em crescer?? O que será que ela espera que eu faça??
Cada dia mais me torno mais niilista........ eu, q sempre acreditei no ser humano, agora começo a seriamente duvidar dele........
E ao longo do dia se já não me bastasse essas duvidas, essas cobranças tão agressivas, inclusive internas, que me corroem tanto por dentro, mentalmente, como fisicamente também, ainda tenho crises de nervoso absurdas!! A vontade de jogar uma bomba no mundo, e principalmente em algumas coisas e pessoas é absurda!! sorte que não tenho uma perto de mim e nem sou o Chuck Norris pra fazer uma com qq coisa q eu enontrar na minha frente..... Tudo me irrita!!! Desde atitudes, tons d voz, tipos d voz, manias minhas, manias alheias, barulhinhos, principalmente nojentos, assuntos, até a luz tem me irritado!!!
Eu não quero e nem escolhi isso pra mim......... Q saida tenho eu se estas parecem ser apenas consequencias de minhas escolhas?
Enquanto não encontro solução vou empurrando....... Tento sorrir sempre e me divertir com td que for possivel e que estiver no meu caminho......... Mas como o Chuck já disse...... não é mais suficiente isso, não conseguimos disfarçar, pq parece q volta cada vez com mais força........... O que fazer então?? Enfrentar..... Mas enfrentar o q???
Ahhh, sei lá..... esse foi mais um desabafo como os outros...... se não igual................
Ass: Steven Seagal
Ultimamente um sentimento geral se abateu sobre todos nós. Assustador!! Ele é mto mal mesmo...... e mto forte e poderoso...... é essa sensação de não saber o que será daqui pra frente, se as decisões tomadas foram a corretas (devo assumir que isso pega mto pra mim, pois não sou nenhum pouco bom[!! - estranho usar masculino, huhuhuhu] em decidir coisas), se ainda dá pra mudar tudo, se da pra reverter o tempo, se algum dia vamos voltar a descansar, a dormir em paz sem preocupações extras que nos rodeiam e nos cobram ser o melhor sempre!! E se eu não quiser ser o melhor em tudo? E se eu só quiser sem mais um na multidão que não tem preocupações existenciais? e se eu quiser ser um alienado, capitalista, sem a menor noção de realidade, só pra ver se assim, ao menos, essa tal realidade, brutal e esmagadora, para de atormentar meus pensamentos? Não dá.... não consigo..... e desdes " e se" muitos vão contra o que acredito e sempre acretitei................ mas pq acredito nisso td msm??
É...... já não é de agora que essa angustia se instalou em mim..... e em nós.... mas porque ela insiste em crescer?? O que será que ela espera que eu faça??
Cada dia mais me torno mais niilista........ eu, q sempre acreditei no ser humano, agora começo a seriamente duvidar dele........
E ao longo do dia se já não me bastasse essas duvidas, essas cobranças tão agressivas, inclusive internas, que me corroem tanto por dentro, mentalmente, como fisicamente também, ainda tenho crises de nervoso absurdas!! A vontade de jogar uma bomba no mundo, e principalmente em algumas coisas e pessoas é absurda!! sorte que não tenho uma perto de mim e nem sou o Chuck Norris pra fazer uma com qq coisa q eu enontrar na minha frente..... Tudo me irrita!!! Desde atitudes, tons d voz, tipos d voz, manias minhas, manias alheias, barulhinhos, principalmente nojentos, assuntos, até a luz tem me irritado!!!
Eu não quero e nem escolhi isso pra mim......... Q saida tenho eu se estas parecem ser apenas consequencias de minhas escolhas?
Enquanto não encontro solução vou empurrando....... Tento sorrir sempre e me divertir com td que for possivel e que estiver no meu caminho......... Mas como o Chuck já disse...... não é mais suficiente isso, não conseguimos disfarçar, pq parece q volta cada vez com mais força........... O que fazer então?? Enfrentar..... Mas enfrentar o q???
Ahhh, sei lá..... esse foi mais um desabafo como os outros...... se não igual................
Ass: Steven Seagal
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