sábado, 30 de maio de 2009

Pois é, Chuck!

É meu amigo, Chuck Norris, descobri que você não é tão invencível assim:

http://www.youtube.com/watch?v=JLO1YIWQuXE

Ass. Van Damme

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Os bons morrem jovens...

“É tão estranho
Os bons morrem jovens
Assim parece ser
Quando me lembro de você
Que acabou indo embora
Cedo demais”

Legião urbana
Eu tinha uma amiga, que tinha aproximadamente a minha idade. Ela aproveitou bem a vida: Já tocou em banda de rock, aprendeu a falar outras línguas, teve um dos bebês mais lindos que eu já vi.

Só que ela morreu quarta-feira passada.

Eu estou inconformada com isso. Caramba, ela era muito jovem! Ela tinha tantos planos... Você consegue imaginar que talvez você morre sem concluir os seus sonhos? Isso poderia acontecer com qualquer um, até comigo.
Pensar que eu posso sumir do mundo sem fazer tudo o que eu planejo me dá certo desespero...
Me dá medo...
Me tira as esperanças...

Mas quando acontece, é simples e rápido. Infelizmente.

Eu queria fazer um texto que fosse digno dela, ou da dor que eu sinto, mas eu não consigo. Não consigo nem expressar o quanto eu estou perturbada com tudo isso. A notícia do falecimento da minha amiga (esse eufemismo se torna tão pesado agora...) me deixou realmente muito triste. Além de saber que eu nunca mais irei olhar o rosto dela, e que ela nunca mais vai sentir o vento, isso também me faz lembrar o quanto eu, minha família e meus amigos somos vulneráveis. E isso me deixa realmente triste.

Vou parar de escrever coisas, afinal, infelizmente, tudo isso se torna obsoleto, já que fo escrito tarde demais. Ele só serve agora para expressar minha própria frustração.

Adeus, Aline...

Ju Vinuto

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Sobre os fortões

É gente... ninguém reparou (nem eu até esse momento), mas nosso querido blog fez 2 aninhos dia 8 de maio. Já anda, já come coisas consistentes, mas ainda tem muito a crescer e a aprender. Pensando bem temos que crescer e aprender o tempo todo, não só quando pequenos, não é mesmo?

E inspirado na idéia de um de meus companheiros fortões venho aqui tentar falar um pouco de cada um desses caras por meio de um adjetivo bom e um não tão bom - tarefa complicada, mas interessante (e convido os outros fortões a fazer o mesmo, ou nos comentários ou em outro post):

Stallone - Disposto e sem noção

Kurt - Compreensivo e sumido

Chuck - Empolgado e mimado

Schwarzenegger - Companheiro e obsceno

Seagal - Divertido e perdido

Peguei leve para não dar muito na cara quem é quem (se bem que a essa altura tá difícil, heheh) .

Agora é com vocês, rapazes!

Ass. Van Damme

Sábia sabedoria 5

Você sabe a diferença entre uma pessoas "de esquerda" e um esquerdista"?

"Ser esquerdista – patologia diagnosticada por Lênin como "doença infantil do comunismo" – é ficar contra o poder burguês até fazer parte dele. O esquerdista é um fundamentalista em causa própria. Encarna todos os esquemas religiosos próprios dos fundamentalistas da fé. Enche a boca de dogmas e venera um líder. Se o líder espirra, ele aplaude; se chora, ele entristece; se muda de opinião, ele rapidinho analisa a conjuntura para tentar demonstrar que na atual correlação de forças..."

Autor - Frei Beto

Se estiver a fim de ler o texto inteiro, clique aqui
Isso te lembra algumas pessoas?

Schwarzenegger

sábado, 23 de maio de 2009

Odeio

Coisas que tem o poder de estragar o meu dia:
(pelo menos é o q penso na hora, mas vou esquecendo durante o dia, e se acontecer uma das coisas da lista anterior, o dia fica perfeito, mesmo assim)

*acordar atrasado;
*pegar o onibus errado + estar atrasado;
*o motorista do busão não parar no ponto + estar atrasado;
*esquecer algo extremamente importante em casa + estar atrasado;
*um carro passar em uma poça de água e me molhar;
*alguém me dizer q estou gordo, ou q meu cabelo está feio, ou falar das minhas espinhas;
*descobrir que eu estava errado e que fui injusto com alguém;
*chuva sem guarda-chuva;

não me lembro de outras coisas q se encaixm na lista...
tem coisas q odeio, mas q nao estragam meu dia, tipo ônibus lotad9o, e tem coisas q estragam meu dia (e os dias seguintes) nao importa o q aconteça dps (mesmo q seja uma das coisas da lista anterior), como alguém q eu gostava morrer.

O q vcs acrescentariam ou tirariam dessa lista?

Stallone

Amo

Coisas simples que tornam o meu dia perfeito:

*despertar com um beijo ou com um carinho no rosto;
*comer uma torta de chocolate maravilhosa de sobremesa no bandejão;
*ouvir um "bom dia", ou receber um sorriso, de um estranho;
*ganhar um presente (por mais inútil e simples q seja);
*ouvir uma musica pela primeira vez e me apaixonar por ela;
*ouvir um elogio (sincero) de alguém;
*eliminar alguma pendência (são tantas, mas estão diminuindo);
*encontrar algo q estava perdido há tempos;
*acordar, olhar para o relógio e ver q tenho mais alguns minutos (ou horas!) de sono;
*tirar um cochilo a tarde;
*experimentar algo pela primeira vez e descobrir q é maravilhoso, e não saber como consegui viver até hj sem isso;
*um abraço inesperado;
*alguém dar ouvidos ás minhas maluquices;
*ter a oportunidade de me vingar, e me vingar, ou então não me vingar para provar q sou superior;
*passear em um parque ou praça, ou zoo, ou sitio, em um dia ensolarado;
*dar certo o que eu planejei;
*fazer alguém, que estava chorando, sorrir;
*uma atitude positiva inesperada de uma pessoa inesperada.

tem mais coisas, mas essas são muito importantes.
uma só, de todas listadas, já é suficiente pra eu ganhar o dia!

sou uma pessoa exigente q é feliz com pouco (desde que este pouco seja uma das coisas listadas).

E vc? o q torna seu dia ganho?

Stallone

sexta-feira, 22 de maio de 2009

@s Fei@s são melhores

Ontem, estávamos 3 dos fortões e mais um amigo, quando um comentário me lembrou de uma teoria...

"Os feios tem a melhor pegada"

Ae eles tem a melhor pegada, consequentemente seriam melhores na cama.....

Por que isso??

A tese diz que aquelas pessoas que são bonitas e gostosas e sabem disso não se esforçam tanto para com @ parceir@..... talvez por acharem que só isso já basta, já é o suficiente.... e a pegada fica meio morna...

Em compensação, @s "fei@s", por serem complexados e saberem sua situação se esforçam mais como que para tentar minimizar o fato de ser "fei@", compensando numa pegada mais intensa e com uma performance mais eficiente.

Qual o seu comentário sobre essa teoria??

Proponho um exercício:

Vasculhe na sua vasta experiênca pessoal, relembre seus anos mais insanos, seus casos mais intensos e os mais mornos/frios também.

Depois comente se essa teoria faz sentido pra você!!

Ass: Chuck Norris
Ps: Chuck Norris é a exeção à regra!! Sou lindo, gostoso e tenho A pegada....

Sugestão

Chris McCandless foi um jovem que aos 22 anos, então recém-formado e de família abastada, doou todo o seu dinheiro para uma instituição de caridade, queimou seu carro, mudou sua identidade e resolveu sair pelo mundo e entrar em contato com a natureza. Em busca de uma vida simples, cruzou o continente americano e a vida de muitas pessoas, até que foi parar no Alasca, onde viveu seus últimos dias. O filme é baseado no livro homônimo, escrito por Jon Krakauer e foi produzido pelo Sean Penn.

Um filme belíssimo que mostra a essência de um ser-humano que se incomodava com uma sociedade extremamente materialista e vai procurar seu lugar. Além disso, a trilha sonora é do Eddie Vedder, realmente muito boa!



Não sei se vocês já assistiram, mas fica aqui minha sugestão.


Beijos e bom fim de semana!
Kurt

Amor ?!?!?!

Olá a todos!

Andei filosofando bastante esses dias, ando meio sentimental... Acho que o último mês foi um tanto intenso para todos ou quase todos os fortões - emocionalmente falando. Enfim, deixo a vocês um poema que nosso amigo Zé me dedicou depois de algumas reflexões e a conclusão que eu amo todos os seres vivos, e principalmente meus amigos e cachorros! Enfim meus amados fortões, este é para nós...

Amar
Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o cru,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.

Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
Carlos Drummond de Andrade
Kurt

quinta-feira, 21 de maio de 2009

O dia em que ganhei um presente de uma mendiga


Estava eu em um ponto de ônibus, como várias vezes eu já estive. Porém, naquele momento, por motivos particulares que alguns já conhecem, eu estava em puro transe, com a cabeça em outro lugar do universo. Sei lá, eu realmente não estava, de fato, ali.

De repente, aparece um daqueles tiozinhos que vendem coisas. Mas ele tinha coisas muito coloridas, que ao aproximar percebi que eram bolas. Bolas que cabiam na palma da mão, que eram unidas em um elástico e que serviam pura e simplesmente para jogar e, devido ao elástico, volta. Mas era tão bonito, tantas bolas coloridas... Porém, o que me tirou do transe em que estava foi o preço: R$ 1,00. Daí eu fiquei alguns momentos viajando sobre o preço que os adultos pagam para se divertir, e como para as crianças esse tipo de coisa se mostra bem mais fácil. Naquela hora, eu pensei realmente em comprar uma das bolas, mas não sei bem porquê, talvez porque me sentisse muito adulta naquela hora, eu deixei o tiozinho passar.

Quando este já estava bem longe de mim, vi que uma mendiga, que estava caminhando e cantando bem alto, falou algo para ele. E, num dos maiores momentos de bondade sem explicação plausível (lembrem-se que eu estava viajando...), eu vi o tiozinho dando uma das bolinhas para a mendiga. “É, talvez os mentidos também se divirtam de formas mais simples do que os adultos”normais”, pensei. E a mendiga veio andando em minha direção, cantando algo que eu não identifiquei, e, quando chegou perto, me pergunta:

- Você é mãe?
E, sem entender, direito porque ela estava fazendo aquela pergunta, respondo:
- Hã?
- Você é mãe?
- Não.
- Mas você tem criança em casa?
- Tenho (não sei porque eu respondi isso, afinal, eu não tenho o mínimo contato com crianças)
- Então tó um presente!

E a mendiga me deu a bolinha de presente, a bolinha que tinha acabado de ganhar. Ela era amarela, muito bonita. Daí eu peguei a bolinha, e ela continuou cantando e andando, até que sumiu do meu campo de visão.

Talvez eu também tenha cara de quem se diverte facilmente. Que pena que não é verdade!



Schwarzenegger