segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Para que serve a porra dos seus amigos?


Eu estava pensando: temos vários amigos. Conhecemos várias pessoas interessantes, papos legais, conversas alternativas, pessoas com quem beber. Mas o que define um amigo?
Quando você está deprê, quem você procura?
E quando tem um problema aparentemente insolúvel?
Lógico que nenhuma amizade permanece sem momentos alegres, mas acho que , definitivamente, quantidade não é qualidade! Eu mesmo, tenho vários amigos, cada um para fazer uma coisa diferente, mas apenas poucos servem para fazer qualquer coisa...
E você? O que pensa sobre amizade?


quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Obama


Na verdade, não será uma postagem muito grande. Apenas estava conversando hoje,lá no meu estágio, com minha companheira de trabalho (expressão formal, heheh!) sobre o novo presidente dos Estados Unidos (assim como muita gente anda fazendo) e me veio a cabeça que no dia em que esse país tiver uma jovem presidenta lésbica eu terei esperanças na humanidade. Foi meio de brincadeira, mas pensando bem faz um certo sentido.

O que acham?

Ass.: Luana (o que aconteceu com os fortões?)

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Luta contra o sono


O texto á seguir foi escrito hj de manhã enqto eu "trabalhava" na SSP. Estou lá temporariamente, em um tipo de "atendimento emergencial" por telefone durante a greve dos policiais civis. O problema (ou não) eh q o telefone toca muito raramente...




"Dormi por 6h na noite passada e tirei um conchilo na tarde passada, mas não consigo manter minhas pálpebras abertas.


O livro diante de meus olhos fica emabaçado, com as letras embaralhadas e perde todo o sentido.


A cabeça fica mole, parece q o pescoço não aguenta... acho q é o peso das pálpebras.


Minha visão, depois de ficar embaralhada, vai escurecendo e um vazio sonolento invade a minha mente.


Não posso dormir! Não posso me render!


Tenho q 'trabalhar', ou, pelo menos, me manter acordada.


O telefone não toca, e eu, nessa luta. Játomei capuccino. De nada adiantou. Ficocom os braços gelados: frio. Coloco a blusa e sinto calor. Tiro a blusa e parece q agora está bom, mas logo aparece o frio novamente. Se eu pudesse dormir, não me importaria com a temperatura.


Está parecendo aula pós bandeijão. Mas na aula é mais fácil: posso sair pra me distrair com outras coisas ou posso deistir de lutar contra o sono e abaixar a cabeça, apoiando-a nos braços cruzados e me rendendo ao sono tão agradável e irresistível.


Aqui, não.


Não posso dormir, não posso sair, não consigo ler e não tem o q fazer. A única idéia q pude ter, apesar das alucinações soníferas q insistem em me embreagar, foi a de pegar uma caneta e começar a escrever.


Apesar de continuar bocejando, com os olhosúmidos e vermelhos, estou conseguindo me manter acordada.


Achei que 6h de sono á npoite e um cochilo á tarde seriam suficientes para me manter 'viva' nessa manhã. Achei q um capuccino seria suficiente... só q não posso tomr mais café pq faz os seios diminuírem (http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/10/081023_seioscafe_np.shtml)e não estou em condições de me dar esse luxo.

Olha! O telefone tocou!

...

Pronto, já resolvi.

De volta ao tédio...
Ass: Carol ...zZz...

sábado, 29 de dezembro de 2007

Ano Novo

Engraçado como apenas mais um dia pode significar tanta coisa pra tantas pessoas....
Só porque alguém teve a idéia de dividir o tempo em meses e anos...
Não é uma mudança de nada, é apenas mais um dia!
Mas apesar disso, tem um peso psicológico tão grande nas pessoas, que dá a elas esperança renovada, esperança de dias melhores, de mudanças positivas...
Mudou o ano. Mudou o dia. Não mudou nada.
Mas pode mudar.
É isso que concluo: que não depende da mudança lunar, ou da contagem regressiva, ou dos sete pulinhos ou da lentilha. Depende de nós mesmos, da mudança na forma de encararmos a vida, da vontade interior de cada um de mudar, de fazer seus sonhos se realizarem, de ser uma pessoa melhor. Que pode começar a qualquer momento.
Porque esperar um dia certo para ter estes pensamentos?
Mudemos agora!! Pra quê esperar até terça, se este sábado está tão bonito para uma mudança de atitude, de postura?
É certo que a mudança daquilo que chamamos de "ano" é um incentivo á
a mais para aqueles que estão com vontade de fazer algo novo, mas estão adiando por preguiça ou qualquer outro motivo... mas não podemos depender deste incentivo, pois um ano é um período muito extenso, e se esta pessoa não conseguir fazer o que deseja no início do ano, dependerá da chegada do próximo para tentar novamente... (já não basta a fuvest, que é apenas uma vez ao ano, né? Por favor!)
Apesar disso tudo que disse até agora, desejo a todos um 2008 muito feliz e melhor, como devem ser todos os dias de nossas vidas!
Ass. Van Damme

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

?


Karl Marx, Carro, Vestibular, Dinheiro, viagens, Amigos, Falta de Dinheiro, Fim de Semana Prolongado, Comida, Desigualdade, Namoro, Computador, Atraso, Pilhas e pilhas de livros, Divórcio, Teorias, Corrida, Corpo, Levi-Strauss, Inércia, Descanso, Partidos, Igualdade, África, Esmalte, Chapinha, Desigualdade, Lembranças, Filminho em Casa, Dinheiro para o Cinema, Esoterismo, Estrelas, Educação, Glamour, Resistência, Luxo, Estratégia, Vendas, Filosofia, Stephen King, Gerência, Bakunin, Gordura, Informática, Vermelho, Brasil, Pão Light, Falta de Dinheiro Para o Pão Light, Natureza, Poluição, Bossa Nova, Comando Vermelho, Copa do Mundo, Pablo Neruda, Casamento, Europa, Imperialismo, Negro, Sexo, Semana de 22, Feriado, Extra Terrestre, Espiritismo, Mãe, Eleições, Ruas, Solidão, Duracell, Bolo de Chocolate, Cirurgia, Rock Clássico, Propaganda, FHC, Relógio, BBB, Lixo, Amizade, Brigadeiro, Gargalhada, História, Excel, Lula, Drogas, Conversa no Portão, Feijoada, Espelho, Doméstica, Aliança, Alça, Feira do Carro, Palhaço, Veja...
...
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O que é felicidade mesmo?


N, CN.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

copiando...


Sei q o texto ñ é meu, + curti e resolvi mostrar p/ vcs....



O rolo do Rolex

Por Zeca Baleiro

No início do mês, o apresentador Luciano Huck escreveu um texto sobre o roubo de seu Rolex. O artigo gerou uma avalanche de cartas ao jornal (Folha de S.Paulo), entre as quais uma escrita por mim. Não me considero um polemista, pelo menos não no sentido espetaculoso da palavra. Temo, por ser público, parecer alguém em busca de autopromoção, algo que abomino. Por outro lado, não arredo pé de uma boa discussão, o que sempre me parece salutar. Por isso resolvi aceitar o convite a expor minha opinião, já distorcida desde então.

Reconheço que minha carta, curta, grossa e escrita num instante emocionado, num impulso, não é um primor de clareza e sabia que corria o risco de interpretações toscas. Mas há momentos em que me parece necessário botar a boca no trombone, nem que seja para não poluir o fígado com rancores inúteis. Como uma provocação.

Foi o que fiz. Foi o que fez Huck, revoltado ao ver lesado seu patrimônio, sentimento, aliás, legítimo. Eu também reclamaria caso roubassem algo comprado com o suor do rosto. Reclamaria na mesa de bar, em família, na roda de amigos. Nunca num jornal.

Esse argumento, apesar de prosaico, é pra mim o xis da questão. Por que um cidadão vem a público mostrar sua revolta com a situação do país, alardeando senso de justiça social, só quando é roubado? Lançando mão de privilégio dado a personalidades, utiliza um espaço de debates políticos e adultos para reclamações pessoais (sim, não fez mais que isso), escorado em argumentos quase infantis, como "sou cidadão, pago meus impostos". Dias depois, Ferréz, um porta-voz da periferia, escreveu texto no mesmo espaço, "romanceando" o ocorrido. Foi acusado de glamourizar o roubo e de fazer apologia do crime.

Antes que me acusem de ressentido ou revanchista, friso que lamento a violência sofrida por Huck. Não tenho nada pessoalmente contra ele, de quem não sei muito. Considero-o um bom profissional, alguém dotado de certa sensibilidade para lidar com o grande público, o que por si só me parece admirável. À distância, sei de sua rápida ascensão na TV. É, portanto, o que os mitificadores gostam de chamar de "vencedor". Alguém que conquista seu espaço à custa de trabalho me parece digno de admiração.

E-mails de leitores que chegaram até mim (os mais brandos me chamavam de "marxista babaca" e "comunista de museu") revelam uma confusão terrível de conceitos (e preconceitos) e idéias mal formuladas (há raras exceções) e me fizeram reafirmar minha triste tese de botequim de que o pensamento do nosso tempo está embotado, e as pessoas, desarticuladas.

Vi dois pobres estereótipos serem fortemente reiterados. Os que espinafraram Huck eram "comunistas", "petistas", "fascistas". Os que o apoiavam eram "burgueses", "elite", palavra que desafortunadamente usei em minha carta. Elite é palavra perigosa e, de tão levianamente usada, esquecemos seu real sentido. Recorro ao "Houaiss": "Elite - 1. o que há de mais valorizado e de melhor qualidade, especialmente em um grupo social [este sentido não se aplica à grande maioria dos ricos brasileiros]; 2. minoria que detém o prestígio e o domínio sobre o grupo social [este, sim]".

A surpreendente repercussão do fato revela que a disparidade social é um calo no pé de nossa sociedade, para o qual não parece haver remédio -desfilaram intolerância e ódio à flor da pele, a destacar o espantoso texto de Reinaldo Azevedo, colunista da revista Veja, notório reduto da ultradireita caricata, mas nem por isso menos perigosa. Amparado em uma hipócrita "consciência democrática", propõe vetar o direito à expressão (represália a Ferréz), uma das maiores conquistas do nosso ralo processo democrático.

Não cabendo em si, dispara esta pérola: "Sem ela [a propriedade privada], estaríamos de tacape na mão, puxando as moças pelos cabelos". Confesso que me peguei a imaginar esse sr. de tacape em mãos, lutando por seu lugar à sombra sem o escudo de uma revista fascistóide. Os idiotas devem ter direito à expressão, sim, sr. Reinaldo. Seu texto é prova disso.

Igual direito de expressão foi dado a Huck e Ferréz. Do imbróglio, sobram-me duas parcas conclusões. A exclusão social não justifica a delinqüência ou o pendor ao crime, mas ninguém poderá negar que alguém sem direito à escola, que cresce num cenário de miséria e abandono, está mais vulnerável aos apelos da vida bandida.

Por seu turno, pessoas públicas não são blindadas (seus carros podem ser) e estão sujeitas a roubos, violências ou à desaprovação de leitores, especialmente se cometem textos fúteis sobre questões tão críticas como essa ora em debate.

Por fim, devo dizer que sempre pensei a existência como algo muito mais complexo do que um mero embate entre ricos e pobres, esquerda e direita, conservadores e progressistas, excluídos e privilegiados. O tosco debate em torno do desabafo nervoso de Huck pôs novas pulgas na minha orelha. Ao que parece, desde as priscas eras, o problema do mundo é mesmo um só - uma luta de classes cruel e sem fim.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Questão ambiental...

Lavar calçada com a mangueira, plantar árvores em terrenos infertéis só porque vai dar ibope para a população (quem plantou foi a prefeitura), tirar os minerais naturais da água e adicionar minerais patenteados, vender lixo tóxico para países subdesenvolvidos... é algo para se pensar a todo momento, não acham?

Ass.: Luana, mesmo!

sábado, 15 de setembro de 2007

Ainda sobre o mesmo

Seguindo a mesma linha da ju, de escrever como eu mesma, sem heterônimos e tb da linha da tv.

Bom, eu gostaria de jogar duas situações relativas à relação das pessoas com o mundo, à realidade e à tv..........

[Se estiver sem paicência de ler td, pule até o penúltimo paragrafo....]

A primeira é que, como todos devem saber, moro com minha avó. No inicio, até tinha mais paciencia e tal. O fato é que ela assiste o jornal nacional , o sp tv, jornal hoje, e até o datena lah [como eu odeio aquele cara!! Odeio ele, a voz dele e o falso sensacionalismo ridiculo!!!], e mesmo assim acontece um fenômeno no minimo curioso: ela assiste a tv, mas parece q pra algumas coisas [ou qse td] ela ve, ela naum entende metade! como se ela filtrasse o q interessa... e não é algo mais complexo como entender q o executivo naum pode interferir no judiciario, ou msm entender q existem 3 poderes.... Nãaaao! eh do tipo: "Hj, aqui em Florianópolis será realizado o jogo, tal versus tal e o termômetro já marca 5º". E ai ela me vira e pergunta:"O q? tá 5 º? mas naum parece estar tão frio...." Sendo q na parte inferior da tela ainda aparece escrito "Florianópolis"..... Esse eh um exemplo [real, mas exemplo].... Fico me perguntando o pq... se é ela q filtra msm soh o q ela qr, se ela realmente naum entende, se naum acompanha, sei lah, mas o pior eh q isso acontece com qse tds as noticias.... ela pega só algumas coisas. Me pergunto: e se eu ou alg naum estivesse lá pra ficar explicando pra ela, ou qd naum tinha ning lá mesmo pra explicar, como será que ela via/ve as coisas?? Ok, as notícias globais são completamente manipuladas [o datena entaum! se tiver alguém ali agonizando pra morte, melhor ainda, pq dá mais ibope!! filma msm!], mas se nem essas são captadas, que mundo será que ela imagina? q mundo ela v? Qual a realidade de verdade? Como ela é? sera q os alienados não somos nós, que supostamente sabemos o q se passa e conseguimos interpretar o que nos é apresentado? Sei lá....

O segundo fato, foi hj d manhã, no ônibus.......... De manhã, busão lotado [óbvio]...... Ouço uma mulher comentando sobre seu patrão..... enfim, ela falava mal dele.... até ai, normal..... e dizia ah pq ele eh judeu, ele eh judeu e bla bla bla...... mas o que matou msm foi no fim, quando ela estava prestes a descer..... "ahhh eh pq ele eh judeu, ele eh judeu, judeu de judas!!" e desceu...... Bom, tds sabem, judas e o cara do mal pros cristãos.... ele traiu cristo e tal....... Enfim, fikei um tempão pensando nisso [as vezes qd se pira em algo eh dificil voltar].... algumas pessoas no ônibus fizeram uma cara tipo *virando os olhos*.... msm dp q ela desceu.... qm ouviu ou fazia cara d paisagem ou fazia uma cara de *tô bege!*, incrédulos msm...... comecei a pensar sobre isso..... primeiro aquelas perguntas básicas.... tipo, pq esse preconceito?? pq? td judeu eh, entaum, taum do mal qt o padrão dela?? pq o diferente assusta tanto?? O qto será que ela sabe sobre esa religião pra poder afirmar algo asim?? Ql será a religião dela?? será que ela sabe q o cristianismo surgiu do judaismo?? enfim, questões mais filosoficas, e dp passei pra suposições..... tipo: qm será que falou isso pra ela?? será q ela ouviu isso ou chegou a essa conlusão do nd? se foi alg q contou, será q ela ouviu d alg?? qtas pessoas devem pensar assim?? e a mulher q tava com ela, ouvindo, será q ela oncorda ccom isso?? será q ela ouviu isso na igreja? será que tem alguma igreja que fala algo assim?? [ja ouvi cd coisa q igreja fala... dá ateh vergonha....] e se foi uma igreja, qtas pessoas estão levando isso a sério??? sera q ela falou isso do nd, como uma comparação besta com sons similares??? mto mal gosto.... Até onde vai o poder das nossas palavras??? qual a força que elas tem?? E assim vai...... bom, foi dai em diante ateh eu chegar [atrasada] na aula.....

O que quero dizer afinal é, até onde a gente vive numa pira, achando, tendo certeza d algo e ai, quem sabe, isso não eh, ou as vezes naum está nem proximo do que é a realidade...... a realidade depende d qm v.... até onde será que vai a nossa imaginação, a influência de terceiros e o mundo, a sociedade em que a gente vive, interferem no que está a nossa volta.... interferem na nossa visão sobre td.... qto nos cegam?? quanto nos fazem reduzir impotâncias gds? qto nos fazem exagerar sobre coisas pequenas??? me lembro do filme "Janela da Alma"...............

[desabafo confuso, confesso... mas necessário..... pra mim, ao menos]

Ass: Beatriz Pollachi

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

SE É SKIN, ENTÃO???


Dessa vez, não publicarei escondida em meu pseudônimo, poque há muitas pessoas que sabem que estou lendo o "DIÁRIO DE UM SKINHEAD", e ficaria muito óbvio minha postagem, o que atrapalharia minha vida de fortão.

Enfim, o que quero mostrar é a inteligência nacional socialista, principalmente por parte das mulheres (os homens também têm sérios problemas com identificação e entendimento, mas dessa vez, é somente com as mulheres). Primeiro, quero citar uma frase de Hittler, em "minha Luta":

“Como uma mulher, cujo a sensibilidade sente não tanto a influência do raciocínio abstrato quanto a da ânsia ardente governada pelas sensações, especialmente a da energia que realizará tarefa que deve ser cumprida, e que prefere submeter sua vontade ao homem forte antes que dominar o pulsânime, o povo prefere o governante ao suplicante, e sente mais satisfação íntima pelas doutrinas que não toleram rivalidades”


Agora, quero citar algo escito numa revista nacional socialista feminina espanhola, chamada Weidness:
“Segundo o sentimento germânico, o ato da concepção não é uma tara, uma mancha (...). De fato, os livros jurídicos sálios, ripuários e turíngios determinam que a pena de morte por homicídio de uma mulher apta para procriar ou que já tenha parido é três vezes mais severa que pelo de uma virgem (...). Não é a castidade, mas o valor biológico que, contrariamente a condição de virgem, está vinculado ao cumprimento da maternidade e á fundamental para valorizar a mulher. A mulher grávida, a mar, goza da maior consideração, porque segue a lei da vida, tanto no plano individual quanto no espírito do povo”.


E por fim, uma fala de uma skingirl, filmada pelo autor do livro citado:
“Sabe qual é o problema? A falta de consciência racial. Se as mulheres brancas tivessem consciência de que nossa raça está se extinguindo, enquanto outras raças crescem, e o que é pior, se estendem por nossos países, não teriam medo de trazer filhos brancos ao mundo, ainda que lhes custasse um esforço econômico ou perda de liberdade”.


Acho que não preciso falar mais nada... Espero seus comentários...
ASS: JU VINUTO

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Bem, acho que vou continuar na mesma linha da outra postagem: TELEVISÃO. Mas só contar um caso que aconteceu com minha vizinha e fazer uns "comentariozinhos".

Minha vizinha é uma assídua telespectadora das novelas da Globo, entre elas "Da cor do pecado" e "Paraíso Tropical". Não sei se todos sabem, mas em ambas é feito um efeitinho de transformar um ator ou uma atriz (nesse caso a Alessandra Negrini e o Gianechini, se não escrevi errado) em uma dupla de irmãos gêmeos. Pois bem. Minha ingênua vizinha jurou de pés juntos que realmente eram gêmeos que estavam na tv, que ela tinha visto. Quando fui explicar a ela o que era feito ela não acreditou que fosse possível fazer isso com um ator, "como"?

Agora imaginem que a grande maioria das pessoas que assistem TV no Brasil são semelhantes a minha vizinha em alguns aspectos. Imaginem como são interpretadas certas coisas que são veiculadas na TV por boa parte dessas pessoas... E como essas informações são retransmitidas. Não estou necessariamente criticando as novelas (talvez seja tema para outro tópico, hehehe!), mas imagino como muita gente deve estar vendo o mundo de forma, muitas vezes mais, muitas vezes menos, destorcida.

Não sei bem a intenção que tive ao contar isso, então deixo à vocês a tarefa de refletir da forma que acharem melhor sobre isso!

Ass.: Stallone