quarta-feira, 25 de março de 2009

Vai um bebê ai?

Fuçando na internet, vi essa foto e me vieram algumas divagações na mente sobre bebês, sobre filhos. Dizem que ser mãe é o desejo de toda mulher, mas discordo totalmente quando vejo a quantidade de mulheres que definitivamente não tem o mínimo espírito materno. Não me refiro apenas áquelas que não desejam ter filhos por centenas de milhares de motivos (carreira, independência, dinheiro, tempo, outras prioridades...), evitando-os de todas as maneiras possíveis, desde camisinha até o abandono, passando pelo aborto, mas também áquelas que tem os filhos e os tratam mal, negligenciam, agridem, odeiam, amaldiçoam, humilham, ignoram, e até matam.
Meu dilema pessoal pertence a outro nível. Eu gostaria muito de ter um filho para educá-lo, ensiná-lo, amá-lo, vê-lo crescer e se desenvolver de forma saudável, etc.. mas receio por seu futuro. Pra que colocar mais uma pessoa nesse mundo que já sofre superlotação? Talvez ele sofra com falta de água, com o superaquecimento global, com uma guerra atômica... Pra que por alguém em um mundo assim, injusto, cruel, egoísta, intolerante, violento, inseguro, saturado, podre, decadente e feio?
Porque ainda há esperança. Ainda há bondade, ainda há amor, ainda há respeito, ainda há beleza. Não são abundantes, mas procurando bem, ainda há.
Já me disseram que devemos ter filhos para q eles cuidem de nossa velhice. Achei de um egoísmo monstruoso essa colocação, mas no fundo, no fundo, todos nós fazemos as coisas querendo algo em troca, mesmo que esse algo seja apenas o justo reconhecimento pelo trabalho bem feito. Podemos educar os filhos de acordo com nossos valores, mas cabe a ele decidir se quer adotá-los para si ou não. Ter e criar um filho só pensando em ter alguém para cuidar de vc na velhice é um grande erro, pois nada garante que ele fará isso ao invés de abandoná-lo em um asilo sujo bem baratinho, ou extorquir sua aposentadoria, ou agredí-lo, aproveitando-se de sua fragilidade senil.
Tenho medo de ter um filho que sofra, mas também tenho medo de sofrer por um filho. Tenho medo de q ele me desrespeite, q seja um drogado ou delinquente, ou vagabundo, ou q não goste de estudar, ou q seja acomodado, ou inútil, ou sacana, ou estuprador.
Como confiar na educação q darei a eles se vejo o tempo todo casos de dos piores tipos de lixos de pessoas q foram criadas da melhor maneira possível?
Deve ser por coisas como essas q existe o ditado: "Filhos. Melhor não tê-los".
(Stallone)

terça-feira, 24 de março de 2009

“Frustrações” ou “não era para serem os melhores dias de nossas vidas?”


Sim, é meu aniversário amanhã. Que bosta!

É muito bom saber que tem pessoas que me acham tão especial a ponto de lembrarem do dia em que nasci, afinal, nascimentos são milagres de Deus, não é?!
É muito bom saber que tem pessoas que me acham tão especial a ponto de tentar fazer esse dia valer a pena, afinal, é o dia em que eu deveria receber todas as atenções...
É muito bom saber que tem pessoas que me acham tão especial a ponto de me ligarem para desejar que meu dia seja feliz, mesmo quando eu ñ fale com essas pessoas há anos.

E uma pena pensar que sou ingrata, né?!

Não estou feliz pq me sinto parada na vida, sem evoluir para lugar nenhum há meses.
Não estou feliz pq algumas coisas me frustram demais
Não estou feliz por ñ ter aproveitado as chances que passaram.
Não estou feliz...

Mas o que me anima é que tenho os melhores amigos do mundo (e isso é fato! Ng tem amigos melhores do que eu tenho. Pode acreditar!), e que provavelmente esquecerei de todas as minhas frustrações durante o dia. São eles que fazem eu me sentir especial, e que me fazem esquecer dos problemas.

O aniversário é meu, mas o agradecimento é para vcs, amigos de verdade!!! Talvez eu tenha segredos que eu nunca conte à vcs, e alguns que me matam cada dia mais. Mas saibam que todos são especiais de alguma maneira.

E afinal, dia 26 é um novo dia e td volta ao normal, né?! Um dia mais próximo do túmulo...rs


Ju

sexta-feira, 13 de março de 2009

Um dia de fúria

http://www.youtube.com/watch?v=XkwQ6EjLdMQ&NR=1

Está sem legenda, mas é bom que exercita o inglês! Imagino que todos já tenham assistido esse filme. Como tudo pode ser tão falsa e de repente vivemos uma grande mentira com o pacto social de que é tudo verdade.

Dá muito pano p/manga da reflexão sociológica angustiada desse mundo cão!

Luana (flácida e sem músculos mesmo).

quarta-feira, 11 de março de 2009

Publicidade

Bom, vamos lá....

Venho por meio deste divulgar meu novo blog

http://painelsemantico.blogspot.com/

Espero a presença de vcs lá

Bjos

Bia

Algo sobre o dia das mulheres


' Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer como boa profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana – e as unhas! E, entre uma coisa e outra, leio livros. Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic. Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres. Primeiro: a dizer NÃO. Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás. Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero. Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros. Seu pai e sua mãe (acredite) não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho. Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher. E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo. Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo. Tempo para dançar sozinha na sala. Tempo para bisbilhotar uma loja de discos. Tempo para sumir dois dias com seu amor. Três dias. Cinco dias! Tempo para uma massagem. Tempo para ver a novela. Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza. Tempo para fazer um trabalho voluntário. Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto. Tempo para conhecer outras pessoas. Voltar a estudar. Para engravidar. Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado. Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir. Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal. Existir, a que será que se destina? Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra. A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem. Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si. Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo! Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente. Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre parair e vir. Desde que se lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela. Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C. Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores. E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica àbeira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'.

texto de Martha Medeiros - Jornalista e escritora


(Stalone)

Lula x FHC

"Sim, o presidente Lula tem uma série de dons. Sua comunicação com quem escolhe presidente por semelhança consigo mesmo o converte num candidato sempre forte. Convence bêbado que água mineral é champanha. E convence abstêmio que champanha é água mineral. Ao longo de seis anos conseguiu não apenas transformar em mérito próprio tudo aquilo que seu antecessor lhe deixou servido numa bandeja como ainda inverteu a situação e lhe devolve a continuidade em forma de ônus. Coisa de deixar o mágico David Copperfield embasbacado."
fonte: http://www.endireitar.org/site/brasil/297-nos-que-somos-traco

Vcs acham que o Lula só está surfando na onda que o FHC deixou?

Sei lá, eu acho que o mérito do governo Lula não está só no âmbito econômico, mas principalmente no social. O fato é que os direitistas de plantão adoram falar essas bobeiras para que o "presidente que fala javanês"( http://www.boitempo.com/livro_completo.php?isbn=85-85934-67-0) pareça realmente um bom entendedor de javanês. O Plano Real estabilizou a economia, melhorando o nível de vida dos brasileiros. Na gestão Lula, a grande marca foi o Bolsa Família, de transferência de renda para os miseráveis. Será que isso não conta?
ReEsposta: Não para os ricos

E também acho um argumento muito fraco insinuar as "'bebedeiras" do presidente. eu, particularmente, nunca vi nenhuma matéria (nem da veja, olha lá!!!) que provasse que o Lula estava bêbado em algum lugar...

Quando não se tem argumentos, os inventam, né?! Ou se vive de ilusões...

O Lula não é o presidente dos sonhos, mas comparar com o FHC é sacanagem, né?!

Schwarzenegger

terça-feira, 10 de março de 2009

A máquina de lavar e eu


Coluna da Rosane Pavam no site da Carta Capital fala sobre a mulher, a igreja e... a máquina de lavar. Bem, interessante:

http://www.cartacapital.com.br/app/coluna.jsp?a=2&a2=5&i=3572

Opiniões??? Por favor!

Van Damme

segunda-feira, 9 de março de 2009

TRAINSPOTTING


Escolha viver.
Escolha um emprego.
Escolha uma carreira, uma família.
Escolha uma televisão enorme.
Escolha lavadoras... carros, CD players e abridores de latas elétricos.
Escolha saúde, colesterol baixo e plano dentário.
Escolha uma hipoteca a juros fixos.
Escolha sua primeira casa.
Escolha seus amigos.
Escolha roupas esporte e malas combinando.
Escolha um terno numa variedade de tecidos.
Escolha fazer consertos em casa e pensar na vida domingo de manhã.
Escolha sentar-se no sofá e ficar vendo game shows chatos na TV... comendo porcaria.
Escolha apodrecer no final, beber num lar que envergonha os filhos egoístas que pôs no mundo para substituí-lo.
Escolha o seu futuro.
Escolha viver.
Mas por que eu iria querer isso?
Escolhi não viver.
Escolhi outra coisa.
E os motivos?
Não há motivos.
Quem precisa de motivos quando tem heroína?"
Demais, né?! Essa é apenas a primeira parte de um filme chamado Trainspotting. Sem palavras.
Principalmente algumas irônias desse trecho se aplica com quase todas as pessoas. Até aquelas que se esforçam para não se encaixar...
Você provavelmente conhece alguma. Talvez seja até você mesmo...
Schwarzenegger

sexta-feira, 6 de março de 2009

Buscando felicidade (mas que felicidade?)


Imagino que pelo título pareça um papo meio repetitivo ou banalzinho, mas não é que isso passa pela nossa cabeça pelo menos uma vez ao dia?! Imagino, não posso provar isso.

A felicidade é individual, a minha não pode ser a mesma que a sua e vice-versa, porque temos histórias e maneiras de sentir tão diversas. Por isso, cada um de nós bola estratégias das mais diferentes para atingi-la, porque parece uma das poucas coisas certas a se fazer na vida ou ela ficaria insuportável. Não há fórmulas, nem segredos que funcionem igualmente para todos.

Parece que esse estado de espírito se manifestas em ondas, nem sempre regulares, que permitem que ela não perca seu valor. Impossível ser sempre feliz ou infeliz, na verdade, impossível ser sempre a mesma coisa. Mas o que quero dizer é que em muitos momentos coisas tão sutis podem ser totalmente esvaziadas de sentido, e ora, no momento seguinte estar repletas de valores e significados mais que suficientes para se acordar de manhã, olhar pela janela, e pensar que dá para encarar mais um dia bem.

E se talvez o sentido da vida fosse buscar um saldo de felicidades maior do que de infelicidades?

Chego ao final apenas com a leve impressão de que sortudos são aqueles que tiram das coisas mais sutis o sentido mais profundo e sublime da vida. Aqueles que tem leveza e clareza de espírito para olhar as coisas sem véus, mas sem covardia de olhá-las. Existem pessoas assim? Talvez...

Van Damme

quinta-feira, 5 de março de 2009

O homem da carrocinha

Dêem uma olhada nessa matéria:

http://br.noticias.yahoo.com/s/05032009/48/entretenimento-caes-homem-da-carrocinha.html

O que acham?

Ass.: Van Damme